A maldade humana não tem limites…

Temos um exemplo aterrador que vale a pensa ser considerado para não reproduzirmos. “Do nazismo temos um fenômeno que é difícil de ser submetido à análise racional. Sob um líder que falava em tom apocalíptico de poder ou destruição mundial, e um regime fundado numa ideologia absolutamente repulsiva e de ódio racial, um dos países mais cultos e economicamente avançados da Europa planejou uma guerra, lançou uma conflagração mundial que matou milhões de pessoas, e perpetrou atrocidades – culminando no assassinato mecanizado e em massa de milhões de judeus — de uma natureza e escala que desafiam a imaginação. Diante de Auschwitz, os poderes de explicação do historiador parecem deveras insignificantes.”

Auschwitz-Birkenau é o nome de uma rede de campos de concentração localizados no sul da Polônia operados pelo Terceiro Reich nas áreas polonesas anexadas pela Alemanha Nazista, maior símbolo do Holocausto1 perpetrado pelo nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. A partir de 1940, o governo de Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área.

A razão direta para sua construção foi o fato de que as prisões em massa de judeus, especialmente poloneses, por toda a Europa que ia sendo conquistada pelas tropas nazistas, excediam em grande número a capacidade das prisões convencionais até então existentes.

Ele foi o maior dos campos de concentração nazistas, consistindo de Auschwitz I (Stammlager, campo principal e centro administrativo do complexo); Auschwitz II–Birkenau (campo de extermínio),AuschwitzIII–Monowitz, e mais 45 campos satélites.
Em 27 de janeiro de 1945 os campos foram libertados pelas tropas soviéticas, dia este que é comemorado mundialmente como o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, assim designado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, resolução 60/7, em 1 de novembro de 2005, durante a 42º sessão plenária da Organização.8 Em 1947, a Polônia criou um museu no local de Auschwitz I e II, que desde então recebeu a visita de mais de 30 milhões de pessoas de todo mundo, que já passaram sob o portão de ferro que tem escrito em seu cimo o infame motto “Arbeit macht frei” (o trabalho liberta). Em 2002, a UNESCO declarou oficialmente as ruínas de Auschwitz-Birkenau como Patrimônio da Humanidade.

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